Folha de Ribeirão Pires

08/03/2013 09:36 - Cidade

Produtos de beleza falsificados eram comercializados em Mauá

As embalagens eram produtos de primeira linha, mas o conteúdo não. O falsificador vendia cosméticos em salões de beleza da região do ABC

ACesar Avila Bocatti de Souza, 38 anos, falsificava produtos de beleza Polícia Civil de Mauá circulava na quarta-feira, 27, pelas ruas do centro da cidade, quando na rua Rolandia, percebeu que um homem encostado em um veículo, com o porta-malas aberto se assustou com a chegada da viatura policial.
 
Ao tentar disfarçar, Cesar Avila Bocatti de Souza, 38 anos, morador do bairro Nova Mauá, Mauá, tentou  fechar o porta-malas, momento este, em que a Polícia Civil resolveu abordá-lo.
 
Feita averiguação dos documentos do indiciado, a Polícia pediu para que o mesmo abrisse o porta-malas, quando então, percebeu-se tratar de falsificação e alteração de produtos de beleza e médicos.
 
Cesar trazia em seu Fox de cor branca, uma vasta quantia de produtos, como: frascos de condicionador, formol, máscara reconstrutora capilar, óleos, chapinha de cabelo e outros.
 
Indagado sobre os produtos apreendidos, Cesar disse não possuir notas fiscais e que trabalha como distribuidor dos cosméticos para salões de beleza e afins.
 
Disse ainda, que comprava uma grande quantia de produtos de baixa qualidade e colocava-os dentro de embalagens de produtos conceituados no mercado.
 
Levado para o 1º DP de Mauá, Celso pediu a um dos investigadores durante o caminho, se o mesmo não poderia acompanhá-lo até um salão para entregar os produtos.
 
Ele responderá pelos crimes de falsificação, interceptação, adulteração e venda ilícita de produtos.
 
Profissional da área 
 
Produtos aprrendidos em SPO jornal Folha foi atrás de respostas para saber qual o malefício aos usuários, que porventura venham utilizar um produto falso.
Conversamos coma cabeleireira Néia Brito, que tem um salão de beleza em Ribeirão Pires. Ela relatou: “antes do cliente  conhecer os produtos utilizados por um profissional, ele deve conhecer o salão que ele frequenta. Se for a primeira vez que ele irá passar por um profissional, perguntar antes, sobre a integridade e fidelidade dos produtos que ele comercializa no comércio”, disse Néia.
Segundo ela, produtos como formol, shampoos falsos ou óleos capilares de qualidade inferior, podem causar alergias e até feridas no couro cabeludo (veja foto de apreensão de produtos falsificados da Polícia Civil de São Paulo).
Outro ponto importante a ser verificado, segundo Néia, é a regulamentação da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Comentários


Gabriela
13/03/2013 - 08:59
Indignada so o que tenho a dizer!!!!!!!!!!!!!!!

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patricia
15/04/2013 - 11:44
Isso e um absurdo.so me resta a acreditar q nem tudo q se lÊ e veridico.

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Nina
24/05/2013
13:56
No nosso País a corrupção vem de todos os lados!

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